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	<description>Gestão de Risco Ambiental e Treinamentos</description>
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		<title>Home office: sem sair de casa e do seu jeito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Mod]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2020 19:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Designer de interiores dá dicas simples para inovar e fazer toda a diferença no cantinho de trabalho Ele sempre foi falado, mas nos últimos tempos tem se tornado um dos ambientes mais movimentados em nossas casas, após orientações das autoridades&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><em>Designer de interiores dá dicas simples para inovar e fazer toda a diferença no cantinho de trabalho</em></h3>
<p>Ele sempre foi falado, mas nos últimos tempos tem se tornado um dos ambientes mais movimentados em nossas casas, após orientações das autoridades de Saúde para que as pessoas fiquem em casa, a fim de combater o coronavírus. Estamos falando do espaço do home office. Mas o que devemos considerar na hora de montar esse cantinho?</p>
<p>A designer de interiores Karoline Fróes, de Santo André, destaca três pontos importantes para que o ambiente esteja adequado e ajude no desempenho das atividades profissionais. O primeiro deles diz respeito à bancada ou mesa de trabalho, que devem ter medidas que variam de 1,20m a 1,50m de largura, 50 cm de profundidade e 80 cm de altura.</p>
<p>Seguindo essas medidas, que vão permitir a ergonomia necessária, você pode esbanjar da criatividade e escolher mesas e bancadas com dois cavaletes e uma prancha de madeira, por exemplo, aplicando imagens ilustrativas abaixo de um vidro que pode ser colocado na base principal. “Para as pessoas que não têm esse espaço, uma dica é usar uma prateleira com mão francesa com as medidas de 60cm de largura, 50cm de profundidade e 80cm de altura”, detalha a profissional.</p>
<p>Segundo ponto fundamental que Karoline frisa é a escolha da cadeira. “A maioria das pessoas fica muitas horas trabalhando, por isso, investir numa boa cadeira, que seja ergonomicamente correta e confortável, vale muito a pena. Ela deve ter apoio de braços e ser articulada para induzir à postura ereta, além de ter 47cm de distância entre o assento e o chão, e 26cm entre o apoio de braço e o assento.”</p>
<p>A escolha dos equipamentos eletrônicos também influencia na qualidade do trabalho home office. Para que consiga ter espaço na mesa ou bancada, o ideal é optar pelo notebook, que é compacto e funciona muito bem nesse espaço. Mas se tiver o desktop e impressora, não tem problema! Basta adaptá-los embaixo da mesa, ganhado assim mais conforto para trabalhar.</p>
<p>Além desse alinhamento obrigatório, a design de interiores dá outras dicas que podem melhorar ainda mais o aconchego e atender às necessidades para executar as tarefas com qualidades:</p>
<p><strong>Organização</strong> &#8211; Um ambiente organizado oferece sensação de paz, favorecendo que tudo fique mais fácil. Um conselho é abusar de caixas organizadoras, nichos, prateleiras, principalmente, os murais, que são lindos e podem ser de diferentes maneiras: painel aramado ou de cortiça. Um outro mural bem interessante é o feito com tinta de lousa, que você pode escrever e apagar quantas vezes quiser.</p>
<p><strong>Iluminação</strong> – Se o ambiente for daqueles privilegiados, com excelente iluminação natural, você já sai ganhando muito. Mas se não for, a indicação é optar pela luz branca, com lâmpadas de potências entre 5000k a 7000 kelvin, além das luminárias de mesa, que são grandes aliadas.</p>
<p><strong>Cores</strong> &#8211; Paleta de cores vibrantes, que despertem a atenção e criatividade, como os tons terrosos, verde, amarelo, laranja e azul são bem-vindas. Isso não quer dizer que você precisa, necessariamente, pintar uma parede com essas cores. Elas podem ser exploradas nos acessórios de decoração e garantir um visual bacana. Quem trabalha com artesanato e costura, por exemplo, pode optar pelos tons pasteis, que remetem à tranquilidade.</p>
<blockquote><p>“O espaço do home office tem que ter a sua cara! Tem que ser um ambiente no qual se sinta bem”, conclui Karoline Fróes.</p></blockquote>
<p>Fonte: Patriani</p>
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		<title>O céu de SP está mais limpo</title>
		<link>https://portaldosresiduos.com.br/noticias/o-ceu-de-sp-esta-mais-limpo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Mod]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2020 14:16:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quarentena também diminuiu o trânsito e a poluição atmosférica. Menos carros na rua, mais azul no horizonte Nas últimas noites, muitos paulistanos voltaram a ver estrelas. De dia, está mais fácil ver o sol. &#8220;A cor azul do céu é&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="line">Quarentena também diminuiu o trânsito e a poluição atmosférica. Menos carros na rua, mais azul no horizonte</h2>
<section class="special-thematic special-card invert um-texto escuro horizontal sem-titulo loaded" data-src="https://conteudo.imguol.com.br/c/noticias/e5/2020/03/27/especial---ceu-em-tempos-de-corona-1585323306731_v2_1920x1080.jpg" data-crop="{&quot;xs&quot;:&quot;1920x1080&quot;}" data-name="tematico-1" data-metrics-special="tematico-1|special-thematic" data-crazyload="loaded">
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<p>Nas últimas noites, muitos paulistanos voltaram a ver estrelas. De dia, está mais fácil ver o sol.</p>
<p>&#8220;A cor azul do céu é a reação natural entre a atmosfera limpa e a luz solar&#8221;, informa Maria de Fátima Andrade, professora do Instituto de Astronomia e Geofísica (IAG) da Universidade de São Paulo.</p>
<p>Fora da quarentena, o céu paulistano não é azul. O dióxido de nitrogênio embaça as manhãs e tardes com tons de laranja, enquanto a fuligem deita uma manta cinza e marrom quase permanente sobre a cidade. Ambos são resultado, em grande parte, da queima da gasolina.</p>
<p>Nos últimos dias, porém, pairando sobre uma metrópole que se viu obrigada a desacelerar na tentativa de barrar o avanço do coronavírus, que já matou 77 no país, o céu de São Paulo está mais limpo.</p>
<p>Às 9h da última sexta (27), horário de pico, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) reportava zero quilômetro de trânsito na cidade — uma raridade. O pesquisador Edmilson Dias de Freitas, colega de Maria de Fátima no mesmo IAG, relata queda expressiva de todos os poluentes.</p>
<blockquote><p><cite>&#8220;A concentração de tolueno, composto tóxico presente na combustão da gasolina e nas antigas colas de sapateiro, caiu mais de 50 vezes, segundo Edmilson. O monóxido de carbono, responsável por doenças respiratórias, está abaixo do que o instrumento consegue captar.&#8221;</cite></p></blockquote>
<p>Na São Paulo de quarentena, os dias voltaram ao azul celeste natural de seu outono seco.</p>
<p>E as noites podem se dar um luxo: haverá estrelas.</p>
<p>O mesmo fenômeno foi observado em diversas cidades que atravessam quarentena. Lisboa reporta queda de 51% no dióxido de nitrogênio, enquanto Roma observou uma redução de 35%, e Barcelona, de 55%. Nos EUA, São Francisco e Nova Iorque reportam melhora, enquanto a China relata que a queda decorrente da quarentena terá impacto significativo em suas emissões totais deste ano.</p>
<p>Fei Li, pesquisador de qualidade atmosférica na Nasa, declarou que essa foi a queda mais expressiva de poluição que ele presenciou em sua carreira.</p>
<p>Fonte: UOL</p>
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		<title>Coronavírus: esgoto pode ser via de contágio, indicam estudos</title>
		<link>https://portaldosresiduos.com.br/noticias/coronavirus-esgoto-pode-ser-via-de-contagio-indicam-estudos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Mod]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2020 20:30:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evanildo da Silveira De Vera Cruz (RS) para a BBC News Brasil Não é fato que se os brasileiros — ou pessoas de qualquer nacionalidade — pularem no esgoto nada acontecerá, como disse recentemente o presidente Jair Bolsonaro. Ao contrário,&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span class="byline__name">Evanildo da Silveira<br />
</span><span class="byline__title">De Vera Cruz (RS) para a BBC News Brasil</span></strong></p>
<h2 class="story-body__introduction">Não é fato que se os brasileiros — ou pessoas de qualquer nacionalidade — pularem no esgoto nada acontecerá, como disse recentemente o presidente Jair Bolsonaro.</h2>
<p>Ao contrário, não só correm o risco de contrair várias doenças como até de se contaminar com o novo coronavírus.</p>
<p>Dois estudos internacionais, um realizado na China, durante a quarentena obrigatória, e outro em Cingapura, recém-publicados na prestigiosa revista científica Lancet Gastroenterol Hepatol, mostraram que os pacientes da doença tinham em suas fezes o material genético do vírus, mesmo depois de não apresentá-lo mais no pulmão nem nas vias respiratórias.</p>
<p>A primeira pesquisa foi feita no Hospital Universitário de Sun Yat-sen, em Zhuhai, na China, entre 16 de janeiro e 15 de março, durante o período da ocorrência da Covid-19.</p>
<p>Foram analisadas amostras de fezes e do trato respiratório de 98 pacientes.</p>
<p>&#8220;Os cientistas detectaram o novo coronavírus nelas&#8221;, conta a bióloga e doutora em Engenharia Hidráulica e Saneamento, Juliana Calabria de Araújo, da Universidade Federal de Minas (UFMG) e subcoordenadora, do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia &#8211; Estações Sustentáveis de Tratamento de Esgoto (INCT &#8211; ETS Sustentáveis).</p>
<p>O RNA do vírus foi detectado nas fezes dos pacientes por cerca de cinco semanas, mesmo após as amostras do trato respiratório terem sido negativas.</p>
<blockquote><p>&#8220;Os autores ressaltaram que embora o conhecimento sobre a viabilidade (capacidade de infectar) do novo coronavírus seja limitado, ele poderia estar viável por vários dias, levando à transmissão fecal-oral, conforme verificado nos casos de outros vírus, que transmitem a síndrome respiratória aguda (CoV) e a síndrome respiratória aguda do Oriente Médio (CoV.2)&#8221;, diz Juliana.</p></blockquote>
<p>&#8220;Eles recomendam, portanto, que as amostras de fezes devem ser testadas rotineiramente, mesmo após as amostras das vias respiratórias dos pacientes estarem sem contaminação.&#8221;</p>
<h3 class="story-body__crosshead">Esgoto na Holanda</h3>
<p>No segundo estudo, os pesquisadores analisaram 15 artigos científicos e dados publicados anteriormente, para mostrar o envolvimento entérico do coronavírus, ou seja, que ele está presente no trato gastrointestinal dos pacientes com ele, já que em algumas pessoas infectadas os sintomas incluem dores abdominais e diarreia.</p>
<p>O objetivo era descobrir se é possível sua transmissão pela rota fecal-oral.</p>
<p>Há ainda uma terceira pesquisa, realizada na Holanda, que detectou o novo coronavírus em amostras de esgoto do aeroporto de Schiphol, em Amsterdã, bem como em outras das Estações de Tratamento de Esgoto (ETE) das cidades de Kaatsheuvel e de Tilburg (esta última trata o esgoto do aeroporto de Schiphol), após duas semanas da confirmação do primeiro paciente com covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus, na região.</p>
<p>Diante dessas evidências, o INCT &#8211; ETS Sustentáveis divulgou uma nota técnica alertando para os efeitos da presença do coronavírus no esgoto. De acordo com o texto, a possibilidade da transmissão via feco-oral do vírus Sars-CoV-2 tem muitas implicações, especialmente em áreas carentes de infraestrutura de saneamento básico.</p>
<p>Contaminação ou rota feco-oral é quando o patógeno (o vírus, neste caso) está presente nas fezes de uma pessoa e pode entrar na boca de uma outra pessoa, por meio da contaminação da água e de alimentos ou da transmissão mão-boca, por causa de lavagem inadequada das mãos após tocar em itens contaminados.</p>
<blockquote><p><strong>&#8216;Poderemos estar despejando nos rios </strong><strong>uma </strong><strong>enorme carga viral&#8217;</strong></p></blockquote>
<p>Uma das implicações das conclusões dos estudos, segundo a nota técnica do INCT &#8211; ETS Sustentáveis, é que o monitoramento do esgoto para verificar presença do coronavírus é uma boa estratégia para detecção da doença ou infecção viral na população, inclusive na parcela que não a manifesta — portadores assintomáticos.</p>
<p>Algo semelhante já vem sendo realizado por meio de pesquisas em desenvolvimento pelo instituto, em um primeiro momento para bactérias resistentes a antibióticos e outros potenciais patógenos já conhecidos.</p>
<p>Outra implicação importante, diz o texto, &#8220;considerando a situação sanitária do Brasil, em que apenas 46% do esgoto gerado no país são tratados (segundo o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento &#8211; SNIS 2018), é que nos meses em que durar a pandemia poderemos estar despejando em nossos rios uma enorme carga viral&#8221;.</p>
<p>Como consequência, &#8220;poderá ocorrer o aumento da disseminação do vírus Sars-CoV-2 no ambiente e a infecção da parcela mais vulnerável da população, aquela que não tem acesso a uma adequada infraestrutura de saneamento básico&#8221;.</p>
<p>Portanto, diz o Instituto, &#8220;ações conjuntas e coordenadas dos profissionais da área da Saúde, do Saneamento, das universidades e dos governos são urgentes nesse cenário de emergência de Saúde Pública, que pode se agravar ainda mais em função dos problemas de desigualdade social e do ainda elevado déficit na prestação de serviços de saneamento em nosso país (cerca de 100 milhões de brasileiros não têm acesso ao serviço de coleta de esgoto e 35 milhões não têm acesso a água tratada)&#8221;.</p>
<p>Apesar deste alerta, não há motivos para pânico. Pelo menos, por enquanto. Juliana explica que os estudos de fato mostram que se os efluentes hospitalares e o esgoto doméstico, que podem ter a presença do vírus, forem lançados diretamente nos rios e mananciais utilizados para abastecimento de água, sem o devido tratamento, poderão contaminá-los.</p>
<p>A pesquisadora ressalva, no entanto, que ainda não se tem dados sobre o risco para a saúde das pessoas abastecidas por rios e mananciais contaminados.</p>
<p>&#8220;De acordo com o CDC (Centro de Controle de Doenças, na sigla em inglês dos Estados Unidos, o novo coronavírus ainda não foi detectado em amostras de água tratada&#8221;, conta Juliana.</p>
<p>&#8220;Os métodos usados no tratamento convencional, que usam filtração e desinfecção, tais como na maioria das estações de tratamento (ETAs), devem remover ou inativar o vírus causador da covid-19.&#8221;</p>
<p>Quanto ao risco de uma pessoa com o RNA viral nas fezes contaminar outra, ainda faltam dados. &#8220;A presença do seu material genético no sistema gastrointestinal não significa que o vírus esteja viável e na sua forma infecciosa&#8221;, tranquiliza Juliana.</p>
<p>&#8220;Para ter certeza disso, mais estudos são necessários, que até o momento ainda não foram realizados. Além disso, a forma de transmissão do coronavírus é pelas vias aéreas superiores, ou seja, se a pessoa contaminada espirrar ou tossir perto de outra e esta tocar superfícies que contenham gotículas com ele.&#8221;</p>
<p>Fonte: BBC</p>
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		<item>
		<title>Gestão adequada de resíduos é vital no combate ao novo coronavírus, diz PNUMA</title>
		<link>https://portaldosresiduos.com.br/noticias/gestao-adequada-de-residuos-e-vital-no-combate-ao-novo-coronavirus-diz-pnuma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Mod]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2020 17:12:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diante da pandemia de COVID-19, muitos tipos de resíduos perigosos e hospitalares estão sendo gerados no mundo todo, como máscaras, luvas e outros equipamentos infectados, juntamente com um grande volume de itens não infectados de mesma natureza. A gestão inadequada&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Diante da pandemia de COVID-19, muitos tipos de resíduos perigosos e hospitalares estão sendo gerados no mundo todo, como máscaras, luvas e outros equipamentos infectados, juntamente com um grande volume de itens não infectados de mesma natureza.</h2>
<h2>A gestão inadequada desses resíduos pode causar efeitos imprevisíveis na saúde humana e no meio ambiente. Por isso, o manuseio seguro e o descarte final desses materiais são vitais para uma resposta de emergência eficaz, disse o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).</h2>
<p>Com a pandemia do novo coronavírus e seus impactos sobre a saúde humana e a economia, os governos são instados <a href="https://www.unenvironment.org/pt-br/noticias-e-reportagens/comunicado-de-imprensa/gestao-de-residuos-e-vital-para-combater-covid-19">a tratar a gestão de resíduos</a> — sejam eles hospitalares, domésticos ou de outros tipos perigosos — como um serviço público urgente e essencial para minimizar possíveis impactos secundários à saúde e ao meio ambiente.</p>
<p>Atualmente, muitos tipos de resíduos perigosos e hospitalares estão sendo gerados, como máscaras, luvas e outros equipamentos infectados, juntamente com um grande volume de itens não infectados de mesma natureza.</p>
<p>A gestão inadequada desses resíduos pode causar efeitos imprevisíveis na saúde humana e no meio ambiente. Por isso, o manuseio seguro e o descarte final desses materiais são vitais para uma resposta de emergência eficaz.</p>
<p>O gerenciamento correto de resíduo biomédico e de serviços hospitalares requer identificação, coleta, separação, armazenamento, transporte, tratamento e descarte apropriados, além de outras práticas importantes, como desinfecção, proteção e capacitação de pessoal.</p>
<p>As <a href="http://basel.int/Implementation/TechnicalMatters/DevelopmentofTechnicalGuidelines/TechnicalGuidelines/tabid/8025/Default.aspx">Diretrizes Técnicas da Convenção da Basileia sobre o Gerenciamento Correto de Resíduos Biomédicos e de Serviços de Saúde</a> contêm informações úteis e práticas para a gestão destes materiais, e podem orientar as autoridades.</p>
<p>Mais informações sobre a gestão segura e o descarte final de resíduos hospitalares podem ser encontradas no site do <a href="http://bcrc.tsinghua.edu.cn/en/col/1257152450718/index.html">Centro Regional para a Ásia e o Pacífico da Convenção da Basileia</a>, com sede em Pequim, que lista uma série de documentos com orientações e boas práticas.</p>
<p>A gestão segura do lixo doméstico também será, provavelmente, crucial durante a pandemia de COVID-19. Os resíduos de serviços médicos, como máscaras, luvas, medicamentos usados ​​ou vencidos, bem como outros itens contaminados, podem facilmente se misturar ao lixo residencial comum.</p>
<p>Porém, devem ser tratados como resíduos perigosos e descartados separadamente. Eles devem ser armazenados à parte de outros lixos domésticos e coletados por especialistas das prefeituras ou por empresas de coleta especializadas.</p>
<p>As diretrizes sobre as especificidades da reciclagem ou descarte de resíduos são detalhadas na <a href="http://www.basel.int/Implementation/CountryLedInitiative/EnvironmentallySoundManagement/ESMToolkit/Overview/tabid/5839/Default.aspx">Cartilha sobre Resíduos Biomédicos e de Serviços de Saúde</a>, também da Convenção da Basileia.</p>
<p>Neste momento, as Partes da Convenção da Basileia estão trabalhando em um documento de orientação para o gerenciamento correto do lixo doméstico e, embora este documento ainda não esteja finalizado, um rascunho foi liberado para consulta e orientações provisórias.</p>
<p>O secretário-executivo das Convenções de Basileia, Roterdã e Estocolmo, Rolph Payet, declarou que “todos os segmentos da sociedade estão se unindo para combater o vírus e minimizar o impacto humano e econômico da COVID-19 em todo o mundo”.</p>
<blockquote><p>“Para enfrentar esse grande desafio, convoco as pessoas responsáveis pelas tomadas de decisão em todos os níveis – internacional, nacional, municipal e distrital – a unirem esforços para garantir que a gestão de resíduos, inclusive de fontes hospitalares e domésticas, receba a devida atenção e prioridade, a fim de garantirmos a minimização dos impactos na saúde humana e no meio ambiente provenientes dessa onda de resíduos potencialmente perigosos”, complementou.</p></blockquote>
<h3>Convenção de Basileia</h3>
<p>A Convenção de Basileia é o principal acordo ambiental a nível mundial sobre resíduos perigosos e outros, com 187 Partes signatárias.</p>
<p>Com o objetivo de proteger a saúde humana e o meio ambiente contra os efeitos adversos desses materiais, seu escopo abrange uma grande lista de resíduos definidos como perigosos com base em suas origens, composição e/ou características, além de dois outros tipos definidos como “outros”, nomeadamente lixos domésticos e cinzas de incineradores.</p>
<p>O Secretariado das Convenções de Basileia, Roterdã e Estocolmo, ou Secretariado do BRS, serve os três principais acordos ambientais multilaterais sobre produtos químicos e resíduos perigosos, a fim de proteger a saúde humana e o meio ambiente.</p>
<h3>Sobre o PNUMA</h3>
<p>O PNUMA é a principal voz global em questões ambientais. Fornece liderança e incentiva a parceria no cuidado com o meio ambiente, inspirando, informando e capacitando nações e povos a melhorar sua qualidade de vida sem comprometer a das gerações futuras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Nações Unidas</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pesquisadores da UFMG alertam para efeitos de presença do novo coronavírus no esgoto</title>
		<link>https://portaldosresiduos.com.br/noticias/pesquisadores-da-ufmg-alertam-para-efeitos-de-presenca-do-novo-coronavirus-no-esgoto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Mod]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2020 19:58:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nota técnica do INCT ETEs Sustentáveis trata do despejo de carga viral nos rios e recomenda proteção a trabalhadores de estações de tratamento Trabalhos recém-publicados na revista Lancet Gastroenterol Hepatol (vol. 5, abril/2020) mostraram que pacientes com a Covid-19 apresentaram&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://portaldosresiduos.com.br/noticias/pesquisadores-da-ufmg-alertam-para-efeitos-de-presenca-do-novo-coronavirus-no-esgoto/">Pesquisadores da UFMG alertam para efeitos de presença do novo coronavírus no esgoto</a> apareceu primeiro em <a href="https://portaldosresiduos.com.br">Portal dos Residuos</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="news__mustache">Nota técnica do INCT ETEs Sustentáveis trata do despejo de carga viral nos rios e recomenda proteção a trabalhadores de estações de tratamento</h2>
<p>Trabalhos recém-publicados na revista Lancet Gastroenterol Hepatol (vol. 5, abril/2020) mostraram que pacientes com a Covid-19 apresentaram em suas fezes o RNA do Sars-CoV-2, o novo coronavírus, causador da doença. Em cerca de metade dos pacientes investigados, a detecção do RNA viral se deu por cerca de 11 dias após as amostras do trato respiratório testarem negativo. Isso indica a replicação ativa do vírus no sistema gastrointestinal e a possibilidade da transmissão via feco-oral ocorrer mesmo após o trato respiratório estar livre do vírus. Há evidências também da presença de outros coronavírus (como o Sars-CoV e o Mers-CoV) nas fezes e de sua capacidade de permanecer viáveis em condições que facilitariam a transmissão via feco-oral.</p>
<p><a href="http://etes-sustentaveis.org/wp-content/uploads/2020/03/COVID-19-e-o-Saneamento-no-Brasil.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Nota técnica</a> publicada na última semana pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) ETEs Sustentáveis, que se dedica a pesquisas e ações relacionadas ao tratamento de esgoto e é sediado na UFMG, menciona o estudo divulgado pela Lancet para defender que uma das estratégias para detecção da presença de doença ou infecção viral na população (mesmo entre portadores assintomáticos) é o monitoramento do esgoto. O INCT ETEs Sustentáveis já vem realizando estudos do gênero, concentrados, num primeiro momento, em bactérias resistentes a antibióticos e outros potenciais patógenos conhecidos.</p>
<blockquote><p>O professor Carlos Chernicharo, coordenador do INCT, alerta sobre a importância dos cuidados que devem ser tomados por trabalhadores e pesquisadores do setor. “Os profissionais que atuam na área de esgotamento sanitário, como os que operam as redes coletoras e estações de tratamento, e os pesquisadores que manuseiam amostras de esgoto não podem abrir mão de medidas como a utilização de equipamentos de proteção individual, a fim de evitar a ingestão inadvertida de esgoto, ainda que por meio da ingestão de aerossóis [partículas finíssimas, sólidas ou líquidas, suspensas no ar], para evitar a contaminação”, afirma Chernicharo, que é recém-aposentado do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da Escola de Engenharia da UFMG. De acordo com a nota técnica, medidas de segurança ocupacional, já adotadas como padrão, são eficazes na proteção contra o coronavírus e outros patógenos presentes no esgoto.</p></blockquote>
<p><strong>Vírus nos rios<br />
</strong>Outra implicação importante da possibilidade de transmissão feco-oral do Sars-CoV-2 é que, no período de duração da pandemia, uma enorme carga viral pode estar sendo despejada nos rios. Isso está diretamente relacionado à situação sanitária do Brasil – apenas 46% do esgoto no país é tratado, segundo a edição de 2018 do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS). “Como consequência, poderá aumentar a disseminação do Sars-CoV-2 no ambiente e a infecção da parcela mais vulnerável da população, que não tem acesso a infraestrutura adequada de saneamento básico”, afirma a nota técnica, que é assinada por Carlos Chernicharo e pelos colegas de INCT César Mota e Juliana Araújo, também professores da UFMG.</p>
<p>O texto recomenda ações coordenadas urgentes dos profissionais das áreas de saúde, saneamento, universidades e governos no cenário atual de emergência de saúde pública, que pode se agravar ainda mais em razão da desigualdade social e do elevado déficit na prestação de serviços de saneamento no Brasil”. A nota ressalta que cerca de 100 milhões de brasileiros não têm acesso a serviços de coleta de esgoto e 35 milhões não usam água tratada, também segundo o SNIS 2018.</p>
<p>O INCT ETEs Sustentáveis planeja ações destinadas ao mapeamento epidemiológico do novo coronavírus, inicialmente na Região Metropolitana de Belo Horizonte, por meio da análise de amostras de esgoto. O objetivo, segundo a nota técnica, é “identificar as regiões onde há maior ocorrência do vírus e que, portanto, mereceriam mais atenção por parte dos profissionais da área de saúde”. Se a iniciativa for bem-sucedida, prossegue o texto, “poderemos ter informações relevantes sobre a carga viral oriunda também da população assintomática, o que, de certa forma, é indicador da presença regionalizada do coronavírus nas pessoas que não conseguem ter acesso aos testes para a Covid-19”.</p>
<p>O INCT ETEs Sustentáveis já foi procurado pelo governo estadual para discutir o assunto. E, na próxima quinta-feira, 2 de abril, o professor Carlos Chernicharo vai participar de webinar promovido pela Organização Pan-americana de Saúde (Opas), sobre ferramentas de gestão do setor hídrico para o enfrentamento da pandemia de Covid-19.</p>
<p>Fonte: UFMG</p>
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		<title>As recomendações do presidente da centenária Academia Nacional de Medicina contra o coronavírus</title>
		<link>https://portaldosresiduos.com.br/noticias/as-recomendacoes-do-presidente-da-centenaria-academia-nacional-de-medicina-contra-o-coronavirus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Mod]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2020 14:33:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Assista a versão completa do pronunciamento feito pelo Acadêmico Rubens Belfort no dia 24 de março de 2020, em decorrência da pandemia de coronavírus no Brasil e no mundo. ﻿ Fonte: Academia Nacional de Medicina do Brasil</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Assista a versão completa do pronunciamento feito pelo Acadêmico Rubens Belfort no dia 24 de março de 2020, em decorrência da pandemia de coronavírus no Brasil e no mundo.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/pUdp0gc_eMI" width="700" height="415" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>Fonte: Academia Nacional de Medicina do Brasil</p>
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		<title>Decreto obriga empresas a recolherem lixo eletrônico</title>
		<link>https://portaldosresiduos.com.br/noticias/decreto-obriga-empresas-a-recolherem-lixo-eletronico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Mod]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2020 13:15:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Norma será implementada nos 400 maiores municípios do País, com mais de 80 mil habitantes O decreto que regulamenta a logística reversa de produtos eletroeletrônicos, que obriga empresas do setor a implantarem sistemas de coleta desse tipo de resíduo e&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="inline">Norma será implementada nos 400 maiores municípios do País, com mais de 80 mil habitantes</h3>
<p>O decreto que regulamenta a logística reversa de produtos eletroeletrônicos, que obriga empresas do setor a implantarem sistemas de coleta desse tipo de resíduo e dar sua destinação correta, foi assinado pelo presidente Jair Bolsonaro no dia 12 de fevereiro. Uma solenidade no Palácio do Planalto marcou a assinatura da norma, além de oficializar convênios com prefeituras para a compra de equipamentos de coleta de lixo reciclável e compostagem de resíduos orgânicos.</p>
<p>Em outubro do ano passado, o Ministério do Meio Ambiente assinou um acordo setorial com entidades que representam as principais empresas de eletroeletrônicos do País como forma de fazer cumprir a logística reversa. O termo consta na lei que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010), e prevê o retorno dos produtos após o uso pelo consumidor, de forma independente do serviço público de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos.</p>
<p>Atualmente, existem, segundo o governo, um total de 173 pontos de coleta de eletroeletrônicos no Brasil. O acordo, agora regulamentado em decreto, prevê que esse número aumente para 5 mil pontos até 2025, abrangendo os 400 maiores municípios do País, com mais de 80 mil habitantes, e representando, no total, 60% da população brasileira.</p>
<blockquote><p>&#8220;Esse 60% da população brasileira, que, ao final de 2025, vai ser contemplado, representa uma parcela muito significativa dos resíduos de eletroeletrônicos que temos no Brasil&#8221;, disse o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, em coletiva de imprensa após a cerimônia. Segundo a lei, a logística reversa deve ser implantada na forma de regulamento ou de acordos setoriais e termos de compromisso firmados entre o poder público e o setor empresarial.</p></blockquote>
<p>O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, disse que o próximo setor que deve fechar um acordo com o governo federal é o de medicamentos. Segundo o ministro, é a área em que um acordo está mais avançado.</p>
<p>&#8220;Tudo aquilo que a gente tem de medicamento já vencido, fora de uso, em casa, e que não sabe o que fazer com ele, não se deve jogar no lixo comum, tampouco no vaso sanitário. O correto é devolver para o setor, que incinera ou faz o coprocessamento e, em última análise, manda para um aterro especializado em produtos controlados, que é o medicamento, nesse caso&#8221;, disse o ministro.</p>
<p>Também foi anunciada, durante a solenidade, o lançamento de uma campanha nacional de recolhimento de resíduos eletroeletrônicos. A iniciativa está prevista para durar até o Dia Mundial do Meio Ambiente, em 5 de junho.</p>
<p>A cerimônia no Palácio do Planalto marcou, ainda, a assinatura de 21 convênios, envolvendo 57 cidades, para financiar a compra de equipamentos de coleta seletiva de lixo reciclável, coleta e compostagem de resíduos orgânicos e instalação de centrais de triagem e tratamento de resídios de construção civil.</p>
<p>Ao todo, o governo federal vai repassar R$ 64 milhões, que também serão usados para a compra de biodigestores, contentores e instalação de ecopontos. Os investimentos devem beneficiar cerca de 1,3 milhão de pessoas. Segundo o Ministério do Meio Ambiente, os recursos que serão repassados fazem parte do Fundo de Direitos Difusos do Ministério da Justiça e Segurança Pública.</p>
<p>&#8220;Vivemos um caos no lixo do Brasil, de norte a sul, todas as regiões, infelizmente, com muitos problemas, e as prefeituras, sobretudo as pequenas, realmente, com uma dificuldade muito grande de encaminhar soluções que sejam ambientalmente corretas, viáveis economicamente e que empreguem mais tecnologia&#8221;, disse Salles.</p>
<h2>Brasileiros estão mais exigentes quanto à reciclagem, revela pesquisa da CNI</h2>
<p>Os brasileiros se preocupam com os impactos da produção sobre o meio ambiente, costumam boicotar marcas ou empresas por causa de comportamentos com os quais não concordam e estão mais conscientes sobre a necessidade de separar o lixo para reciclagem. As conclusões são da pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira &#8211; Consumo Consciente, feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).</p>
<blockquote><p>&#8220;A atenção da população com os impactos da produção e do consumo está crescendo. As pessoas procuram saber o que acontece com o meio ambiente, com os trabalhadores e com os animais no processo de produção&#8221;, observa o gerente-executivo de Pesquisas e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca. &#8220;Isso mostra que, cada vez mais, as empresas precisam estar atentas aos impactos das suas atividades. As empresas que já fazem isso &#8211; e há vários casos no Brasil &#8211; têm mais facilidade de conquistar mercados&#8221;, afirma Fonseca.</p></blockquote>
<p>O levantamento, que ouviu 2 mil pessoas em 126 municípios, mostra que 38% dos entrevistados sempre verificam ou verificam às vezes se os produtos que comprarão foram produzidos de forma ambientalmente correta. O respeito ao meio ambiente pode fazer a diferença na conquista dos consumidores. Isso porque 31% dos brasileiros estão dispostos a pagar mais por produtos com baixa emissão de poluentes e resíduos.</p>
<p>Outros 32% optariam pelo produto ambientalmente correto se o preço fosse igual ao dos demais. Até entre os que afirmam que nunca verificam se a produção é ambientalmente correta, 50% escolheriam esses produtos. &#8220;Isso indica que o marketing de um produto como ambientalmente responsável pode atingir uma parcela significativa dos consumidores que não buscam ativamente essa informação&#8221;, afirma a pesquisa.</p>
<p>De acordo com a pesquisa, 62% dos brasileiros já boicotaram marcas ou empresas que violam direitos trabalhistas, fazem testes ou maltratam animais, cometem crimes ambientais ou discriminações de qualquer tipo ou posicionamento político. No entanto, o que mais motiva os brasileiros a boicotar empresas ou produtos são as violações trabalhistas: 43% deixaram de consumir um produto ou usar um serviço de uma empresa que desrespeitou os trabalhadores.</p>
<p>Os brasileiros também têm mais consciência sobre o destino do lixo. O número de pessoas que separa o lixo para a reciclagem cresceu de 47%, em 2013, para 55% no ano passado. Esse percentual é maior na Região Sul, onde 66% separa o lixo. Em seguida, empatado dentro da margem de erro, aparece o Sudeste, com 64%. No agregado do Norte/Centro-Oeste, o número é de 45%, e, no Nordeste, de 42%.</p>
<p>Os principais materiais separados são plásticos em geral e garrafas PET, alumínio e papel, papelão e jornal. Mas o óleo de cozinha foi o material que apresentou maior crescimento na separação para reciclagem. O número de famílias que separam o óleo de cozinha subiu de 21%, em 2013, para 34% em 2019. A separação de embalagens longa vida (TetraPak) foi a única que diminuiu: passou de 28%, em 2013, para 20% em 2019.</p>
<p>Conforme a pesquisa, 25% dos entrevistados dizem que a maior dificuldade para reciclar produtos é a falta de coleta seletiva. Outros 23% da população afirmam que o principal obstáculo é a falta de costume e o esquecimento na hora de separar o lixo.</p>
<p>Fonte: Jornal do Comércio</p>
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		<title>Ibama encontra óleo ao redor de navio encalhado na costa do Maranhão</title>
		<link>https://portaldosresiduos.com.br/noticias/ibama-encontra-oleo-ao-redor-de-navio-encalhado-na-costa-do-maranhao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Mod]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Feb 2020 21:49:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Óleo saiu do porão do navio. Cálculo da quantidade do resíduo no oceano ainda será realizado, assim como sobrevoos na região para monitorar a mancha. Uma inspeção aérea do Ibama realizada na manhã desta sexta (28) constatou uma mancha fina&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="content-head__subtitle">Óleo saiu do porão do navio. Cálculo da quantidade do resíduo no oceano ainda será realizado, assim como sobrevoos na região para monitorar a mancha.</h2>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="2">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Uma inspeção aérea do Ibama realizada na manhã desta sexta (28) constatou uma mancha fina de óleo ao redor do navio Stellar Banner, que está encalhado a cerca de 100 km da costa do Maranhão.</p>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="58" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo o Ibama, o óleo saiu do porão da embarcação e está em um raio de aproximadamente 830 metros do navio. No entanto, ainda não é possível afirmar a quantidade de resíduo despejado no oceano. O cálculo do volume de óleo será realizado nas próximas horas, assim como outros dois voos com o objetivo de monitorar a mancha.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="66" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo a empresa Polaris, proprietária do navio, acredita-se que o óleo observado no local seja resíduo do “óleo morto” que estava no convés, não vazamento dos tanques de combustível. A empresa afirmou ainda que empresa está mobilizando todos os ativos disponíveis no Brasil para erradicar qualquer risco potencial de derramamento de óleo, e que uma equipe antipoluição já está no local, monitorando de perto a situação.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De acordo com equipe especializada contratada pela empresa Polaris, proprietária do navio, os tanques estão intactos. A casa de máquinas está seca e os motores de geração de energia estão em funcionamento.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="54" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Desde o início das investigações do caso, a Marinha e o Ibama não descartam o risco vazamentos no navio. Atualmente, a embarcação segue encalhada e com 300 mil toneladas de minério de ferro, além de quatro milhões de litros de combustível e óleo. Se houver vazamento, todo o material pode se espalhar pelo litoral.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Nesta quinta (27), o comandante da Capitania dos Portos, Alekson Porto, concedeu entrevista e disse que o navio colidiu com algo não identificado.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="94" data-block-id="10">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;O comandante tinha efetuado um movimento de varação, que é colocar a embarcação em um banco de areia, justamente para evitar que ela naufragasse. A embarcação então está em encalhada e o comandante informou que tem embarque de água por alguns tanques vazios a bordo, chamado ‘pick-tanks’, e, a partir das 2h da manhã, do dia 25, o comandante avaliou que a segurança da tripulação estava em risco pela inclinação que o navio teve para direita. Pediu auxílio para os rebocadores que estavam na área e eles migraram para os rebocadores&#8221;, disse o comandante</p>
</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Sobre o risco de naufrágio, a Marinha afirmou que o risco é pequeno, mas não é impossível. Há, atualmente, quatro rebocadores na região para agir em caso de emergência.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="79" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;É muito cedo poder dizer alguma coisa. Ela [Polaris] vem acompanhando e empregando dois navios do 4ª Distrito Naval de São Luís, um com previsão de chegada nas próximas 24h e outro no sábado (29). Hoje nós temos uma aeronave no local, que se apresentou a cena de ação e está com o nosso chefe do gabinete de crise. Hoje a embarcação está encalhada, na região não tem profundidade suficiente para cobrir a embarcação&#8221;, disse o comandante Alekson Porto.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="6" data-block-id="14">
<div class="content-intertitle">
<h2>Proprietária do navio tem histórico ruim</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="53" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O navio Stellar Banner é de propriedade da empresa sul-coreana Polaris Shipping. Essa empresa é a mesma responsável pelo Stellar Daisy, embarcação que naufragou no Oceano Atlântico em 2017 após ter sido carregado no Terminal Marítimo da Ilha de Guaíba que pertence a mineradora, na Ilha de Guaíba, no Rio de Janeiro.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A embarcação foi carregada em 25 de março com 260 mil toneladas de minério de ferro e tinha como destino final a China. A bordo do Stellar Daisy estavam 24 tripulantes, entre filipinos e coreanos. De acordo com a Marinha do Uruguai, uma chamada de emergência foi realizada seis dias após o navio ter saído do Brasil, a cerca de 3.700 km do porto de Montevidéu, no Uruguai.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="58" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na época, foi relatado às autoridades brasileiras que ventava muito no momento do acidente e que a água do mar havia invadido a embarcação. Apenas dois tripulantes de nacionalidade filipina foram encontrados em um bote salva-vidas um dia após o acidente, e foram resgatados pela Marinha do Uruguai. Os corpos das outras 22 pessoas não foram encontrados.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="64" data-block-id="21">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A empresa americana de exploração marítima Ocean Infinity foi contratada em 2019, pelo governo da Coreia do Sul, para realizar a busca pelos destroços do Stellar Daisy, quase dois anos após o naufrágio. O navio foi encontrado 72 horas após o inicio das operações, a 1,300 km no fundo sul do Oceano Atlântico, a oeste da Cidade do Cabo, na África do Sul.</p>
</div>
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="22">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="progressive-img can-open-lightbox" data-min-size="1008x584" data-min-size-url="https://s2.glbimg.com/i03vVhTpGOaa-_tWZ9RNM1VlJZY=/0x0:800x464/1008x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2020/S/s/6q9pQ1QK2F02O5N9GAJw/stellar-eagle.jpg" data-max-size="1600x928" data-max-size-url="https://s2.glbimg.com/Zr6-mNQorKlZLsECOInvlffxs6E=/0x0:800x464/1600x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2020/S/s/6q9pQ1QK2F02O5N9GAJw/stellar-eagle.jpg" data-media-index="3">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="67" data-block-id="23">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Um ano após o naufrágio do Stellar Daisy, a Polaris Shipping foi notificada pelo Ministério de Assuntos Marítimos da Coreia do Sul após terem encontrado 22 mudanças não autorizadas no navio Stellar Eagle, com bandeira das Ilhas Marshall, durante uma inspeção de segurança no porto de Rizhao, na China. O navio não foi autorizado a sair do porto até os itens de segurança estivessem dentro dos padrões.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="83" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ao <strong>G1,</strong> a Polaris Shipping informou que o caso do navio Stellar Daisy está sendo discutido nas esferas pertinentes e a causa do naufrágio ainda é indeterminada. Desde então, todos os navios tipo VLOCs (Very Large Ore Carrier) passaram por inspeções especiais por sociedades de dupla classificação e receberam certificados que comprovam a navegabilidade. Além disso, a empresa lamentou a perda dos 22 tripulantes do navio. Para a empresa, o caso do Stellar Banner é um incidente separado e tem registros limpos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="6" data-block-id="26">
<div class="content-intertitle">
<h2>Buracos na estrutura do Stellar Banner</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="27">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O navio Stellar Banner tem capacidade para 300 mil toneladas de minério de ferro e possui 340 metros de comprimento, o equivalente a quase quatro campos de futebol. A embarcação foi abastecida pela Vale e saiu do Terminal Portuário da Ponta da Madeira, em São Luís, com destino a um comprador em Qingdao, na China.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo a Capitania dos Portos, o navio apresentou ao menos dois locais com entrada de água nos compartimentos de carga por volta das 21h30 desta terça (25) e começou a afundar no Oceano Atlântico. Uma fissura no casco pode ter sido a causa.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O comandante do navio emitiu um alerta de emergência via satélite e levou a embarcação para um banco de areia. Equipes da Capitania dos Portos e da Vale foram encaminhadas para o local e cerca de 20 tripulantes foram evacuados para os rebocadores que estão ao redor do navio.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="34">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A empresa Polaris Shipping, proprietária do navio, informou que todos os membros da tripulação estão seguros e que está realizando inspeções para evitar maiores danos.</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Como resultado do incidente, alguns tanques de água e espaços vazios sofreram danos, embora a extensão dos danos ainda deva ser estabelecida. Acredita-se que os porões de carga estejam intactos e a situação está sob controle. Com o intuito de melhor mensurar os danos e garantir a segurança, a embarcação foi movida para uma área mais segura. Inspeções serão realizadas por especialistas e uma empresa de resgate foi acionada&#8221;, diz a nota.</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Já a Vale informou em nota que está atuando no caso com suporte técnico e que colabora para mitigar possíveis impactos causados pelo incidente com o navio MV Stellar Banner. A empresa afirmou ainda que dois navios Oil Spill Recovery Vessel (OSRV), cedidos pela Petrobras para contenção de eventual vazamento de óleo, iniciaram navegação na noite desta quinta-feira (27). A previsão é que cheguem ao local do incidente neste sábado (29).</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Por fim, a empresa disse que contratou especialistas em salvatagem, adicionalmente à empresa contratada pela Polaris, para apoiar o plano de retirada do óleo da embarcação; e que disponibilizou helicópteros para a movimentação de pessoal até o local.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Fonte: G1</p>
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		<title>Mesmo que o mundo reutilize 50% de plástico, não será suficiente</title>
		<link>https://portaldosresiduos.com.br/noticias/mesmo-que-o-mundo-reutilize-50-de-plastico-nao-sera-suficiente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Mod]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Feb 2020 15:56:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mesmo se os países tornarem a regulamentação muito mais rígida, será difícil conseguir reciclar 50% dos resíduos plásticos do planeta em 10 anos, segundo relatório da Jefferies Financial. A preocupação cada vez maior com a crescente montanha de plástico descartado obrigará governos&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo se os países tornarem a regulamentação muito mais rígida, será difícil conseguir reciclar 50% dos resíduos plásticos do planeta em 10 anos, segundo relatório da Jefferies Financial.</p>
<p>A preocupação cada vez maior com a crescente montanha de plástico descartado obrigará governos a endurecer as regras, e empresas com valor de mercado combinado de US$ 3,5 trilhões serão atingidas por amplas proibições e impostos voltados ao combate à poluição por plásticos, escreveram analistas da Jefferies como Simon Powell.</p>
<p>Ainda assim, “devido às taxas muito baixas de reciclagem que vemos hoje, acreditamos que, mesmo com uma regulamentação muito mais rígida, é improvável que as taxas globais de reciclagem alcancem 50% até 2030”, segundo o relatório.</p>
<blockquote><p>“O impacto dos plásticos que se filtram no meio ambiente, poluindo oceanos e entrando na cadeia alimentar, pode ser uma preocupação quase tão grande para a sociedade civil quanto a mudança climática.”</p></blockquote>
<p>A crescente poluição causada pelos plásticos se tornou rapidamente um problema de crise ambiental. Quase todos os 8 bilhões de toneladas de plástico já produzidos continuam espalhados por aterros ou no meio ambiente, de acordo com a Jefferies.</p>
<p>A durabilidade do material e resistência à degradação tornam quase impossível sua completa decomposição, fazendo com que o plástico perdure por séculos.</p>
<h3>Proibição da China</h3>
<p>Os regulamentos sobre plástico de uso único estão em expansão, de acordo com relatório da BloombergNEF. A <strong>China</strong>, um dos principais usuários do mundo, anunciou recentemente planos para banir o plástico descartável em locais como shopping centers e serviços de entrega de alimentos.</p>
<p>Cingapura, que reciclou cerca de 4% de seus resíduos plásticos em 2018, aprovou uma lei esta semana que vai reforçar as regras sobre a movimentação de certas categorias de resíduos plásticos que atravessem suas fronteiras, segundo reportagem do Straits Times.</p>
<p>Ainda assim, os <strong>Estados Unidos</strong> reciclam menos de 10%, e a <strong>Europa</strong> recicla 30% em média, disse a Jefferies. Enquanto isso, a Ásia-Pacífico, que tem a maior participação de mercado em embalagens, arca com grande parte da culpa pelos plásticos no oceano, disse o documento.</p>
<p>Atualmente, mais plástico é incinerado do que reciclado, e os governos podem precisar acelerar suas proibições de embalagens plásticas e cobrar impostos para reduzir a demanda e fornecer fundos para cobrir os custos de limpeza, segundo a Jefferies.</p>
<p>Fonte: Money Times</p>
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		<title>Holanda instala teto verde em pontos de ônibus para atrair polinizadores</title>
		<link>https://portaldosresiduos.com.br/noticias/holanda-instala-teto-verde-em-pontos-de-onibus-para-atrair-polinizadores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Mod]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Feb 2020 17:41:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esse projeto está se espalhando por toda a cidade holandesa, Utrecht. De forma resumida, podemos dizer que os pontos de ônibus estão sendo transformados com lindos telhados verdes. Cerca de 316 pontos já passaram por essa mudança. A implementação desses&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esse projeto está se espalhando por toda a cidade holandesa, Utrecht. De forma resumida, podemos dizer que os pontos de ônibus estão sendo transformados com lindos telhados verdes. Cerca de 316 pontos já passaram por essa mudança.</p>
<p>A implementação desses telhados verdes sob os pontos de ônibus não é algo novo, porém, o que surpreende é a quantidade de pontos que receberam essa transformação em apenas uma cidade, podendo ser levado em conta o quão eficaz se torna essa ação aos polinizadores, tão ameaçados pelo concreto e pouco verde das áreas urbanas.</p>
<p>Esse projeto, visa também a melhora de qualidade do ar, de modo que controle as partículas finas de poeira, formadas por indústrias e emissões do tráfego. Os pontos possuem luzes LED e bancos de bambu. O teto se torna útil sobretudo no verão, afinal, o verde instalado no ponto de ônibus retém água da chuva contribuindo para refrescar ambientes.</p>
<p>Fonte: CicloVivo</p>
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